Isto tinha de ficar aqui registado.
É que, dado que o esquecimento é selectivo, corria bem o risco de esquecer esta Tua estupidez (mais uma das que eu aturo desde o maldito dia em que entraste na minha vida a prometer-me Tudo e saíste deixando-me sem Nada.)
De facto, ainda não percebeste que não me importo mais com a Tua existência.
QUAL FOI O TEU PROBLEMA HOJE?
Qual era o problema de estares a dois metros de mim?
Não era muito diferente de estar a cem ou quinhentos.
Podias ficar em silêncio se quisesses, de qualquer forma nós nunca falaríamos.
Foi preciso ter esta atitude?
Oh, poupa-me.
Deves achar que ainda me deixo afectar pela Tua presença, como dantes.
Agora não.
És passado. Estás longe, por mais perto que estejas.
Sim, morreste.
E até fumaste às minhas custas.
É a prova de que não me importo mais contigo.
Podes queimar os teus pulmões.
Não Te amo mais.
Não quero mais saber de Ti.
«You're not Ulysees.
I've found a new way.»
Era desnecessário estragares o dia a outras pessoas por causa dessas tuas merdas.
Bem, e é isso.
Era só para nunca mais me esquecer de que és uma merda.
Há coisas que nunca queremos esquecer.
0 responses to "Oh, poupa-me."
Assinar:
Postar comentários (Atom)