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The Boy Who Plays With Fire And Dreams About The Moon
"Sabes quem sou? Eu não sei." (Fernando Pessoa)
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E foi assim.

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Da-da-da, da-da-da,
Da-da-da-da-da-da-da.
Da-da-da, da-da-da,
Da-da-da-da-da-da-da.

Veio o Sol de Primavera, veio a Lua Cheia.

Veio a noite, mas também veio o dia.

Tudo foi, mas tudo veio.

Pessoas saíram da minha vida e deram lugar a outras.

Reciclei a minha vida.


E a relva continua verde, mesmo quando estou de sapatilhas.

E continuo a vaguear, embora a China não faça parte da Europa.

E o Porto não foi campeão, mas os gatos continuam a miar.

E a fruta não nasce do chão, nem mesmo quando penteio o cabelo.

"E é tudo sempre muito fixe, mas às vezes morre uma ovelha." (I. A.)

E eu percebi que o sentido da vida é a ausência de sentido.

E foi assim que Tu desapareceste.


domingo, maio 30, 2010



Consigo respirar.

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De repente, já consigo respirar.

Fecho os olhos e inalo o ar, sinto-o a encher-me os pulmões e depois expiro.
Renovo-me, assim, a cada momento.
Fico quente. Fico calmo.

Apetece-me correr.
Apetece-me rir.
Apetece-me viver.

Quanto tempo demorou a ser assim?
Não importa.

Já nada importa.

Só importa viver.

Porque a vida é tão irreal e, no entanto, tem de ser vivida enquanto não acaba.
Porque essa irrealidade tem de ser disfarçada.

Porque para viver é preciso respirar.
E, agora... de repente, já consigo respirar.


domingo, maio 23, 2010



Carpe diem.

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"I can't stop feeling.
No, I won't stop feeling."

Ri-me das minhas caretas em frente ao espelho, de manhã.

Ignorei-te a Ti, ignorei Aquela Pessoa.

Vaguei sob o calor irrespirável, como se não tivesse horários a cumprir.

Ao toque das doze badaladas, eu caminhava sozinho sob a lua. Como se não tivesse destino. Como se não tivesse de dormir, ou até como se não tivesse onde dormir.

Fui livre.

Nada me irritou. Nem a Tua presença perto de mim durante aqueles minutos. Até isso teve a sua piada.

Nada estragou o meu humor. Nem mesmo os típicos momentos do quotidiano com tendência para me aborrecer ou irritar.

Aproveitei o dia.

De repente, as coisas estão tão estranhas.
Estão... melhores.


sexta-feira, maio 21, 2010



Desaparece, por favor.

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Estou morto.

Não, não estou literalmente morto, lamento informar-Te.

Estou morto por nunca mais Te ver.

Não aguento mais mudar de humor só porque de repente estás por perto, visível.

Não aguento mais sentir-Te ao meu lado quando estou sozinho, estar contigo quando estou a sós, sentir o Teu fantasma a sorrir para mim e a convidar-me, outra vez, para as memórias daquilo que fomos, ou do que podíamos ter sido.

Não aguento mais estes arrependimentos e lamentações.

Desaparece, por favor.


quarta-feira, maio 19, 2010



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