Boa.
A sério, obrigado.
Estou a agradecer ao Destino, se ele existe.
Ou às coincidências, se é esse o nome que se lhes dá.
Não interessa o nome. O que interessa é que uma porra qualquer insiste em manter as memórias frescas.
Eu preciso de TEMPO para ficar invulverável às memórias de Ti.
Porque é que Isto tinha de acontecer Hoje?
Ainda não estou pronto.
Pela primeira vez, eu tive a certeza que Ele existe.
E nem O vi à minha frente.
Não, foi através da comunicação social.
É. O Destino ou lá que merda for, acha tão importante tornar a minha vida numa merda que transmite estas coisas pela SIC.
Sim, Ele apareceu na SIC.
Eu vi-O e ouvi-O falar, pela primeira vez, e lembrei-me.
Lembrei-me de Ti.
Lembrei-me do Vós, do Nós. O "Vós" e o "Nós" que existiram ao mesmo tempo.
Lembras-Te?
Tu lembras-Te?
Lembrei-me que, afinal, Tu não és um pesadelo.
És pior do que isso.
És uma realidade.
E dia 12 de Abril está a chegar!
Sim, o dia que vai preencher o meu vazio apático, porque vou voltar a ver-Te, a ouvir-Te, a saber que ainda existes, se é que ainda existes (espero, com fraca esperança, que não existas).
Eu estava no bom caminho para me libertar do que sinto por Ti.
Agora já não.
Merda.
Merda da Grande.
0 responses to "Destino, circunstâncias, coincidências, ou, pura e simplesmente, Merda da Grande."
Assinar:
Postar comentários (Atom)